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Quatro blocos da Bacia Sergipe-Alagoas são arrematados

Na rodada, foram oferecidos 11 blocos em águas profundas na parte marítima da Bacia Sergipe-Alagoas, cinco no litoral de Sergipe, cinco no de Alagoas e um localizado em parte no litoral da Bahia e em parte no de Sergipe

02/10/2017
Quatro blocos da Bacia Sergipe-Alagoas são arrematados

A Bacia Sergipe-Alagoas teve quatro blocos arrematados na 14ª Rodada de Licitações da ANP, realizada nesta quarta-feira, 27, no Rio de Janeiro. O bônus de assinatura total arrecadado com a concessão desses blocos foi de aproximadamente R$ 110 milhões. O investimento mínimo previsto para a bacia é de cerca de R$ 50,85 milhões.

Na rodada, foram oferecidos 11 blocos em águas profundas na parte marítima da Bacia Sergipe-Alagoas, cinco no litoral de Sergipe, cinco no de Alagoas e um localizado em parte no litoral da Bahia e em parte no de Sergipe.

Também foram ofertados 46 blocos na porção terrestre da bacia. Desses, 36 se localizam no Estado de Sergipe e dez em Alagoas.

A parte terrestre da Bacia Sergipe-Alagoas é classificada como madura, ou seja, já foi densamente explorada e oferece oportunidades para as empresas de pequeno e médio porte nas atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural. A porção marítima possui potencial para descobertas de óleo leve e condensado semelhantes às descobertas realizadas nos últimos anos na bacia. Em julho, a cabia produziu 26.175 barris de petróleo e 3,3 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

Ao todo, na 14ª Rodada de Licitações, são ofertados 287 blocos em 29 setores de nove bacias sedimentares, totalizando área de 122.615,71 Km2. Além da Bacia Sergipe-Alagoas, estão sendo oferecidos blocos nas bacias do Parnaíba, Pelotas, Potiguar, Santos, Recôncavo, Paraná, Espírito Santo e Campos.

O certame tem por objetivos ampliar as reservas e a produção brasileira de petróleo e gás natural, ampliar o conhecimento das bacias sedimentares, descentralizar o investimento exploratório no país, desenvolver a pequena indústria petrolífera e fixar empresas nacionais e estrangeiras no país, dando continuidade à demanda por bens e serviços locais, à geração de empregos e à distribuição de renda.

Fonte: ANP

Tags privatização ativo petrobrás

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